O impacto da saída de Cristiano Ronaldo: O abismo económico que ameaça Portugal
A despedida de Cristiano Ronaldo da seleção portuguesa vai deixar um vazio impossível de preencher, e não será propriamente no aspeto desportivo. O seu adeus definitivo representa um terramoto financeiro para o futebol do país. Enfrentar o futuro sem o seu maior íman publicitário é o grande desafio do futebol luso.
O problema atual é que poucos parecem avaliar a real magnitude do que aí vem. O vazio deixado pelo avançado vai obrigar a mudar por completo o modelo de negócio atual.
Uma queda a pique no valor de marca
Os alertas já saltaram entre os especialistas em gestão comercial. Daniel Sá, à frente do IPAM, foi muito claro sobre as consequências desta transição. O especialista garante que o colapso mediático será total quando o capitão deixar a equipa.
“Ronaldo é, como marca, incomparavelmente maior do que a própria seleção de Portugal”.
A atenção dos meios de comunicação internacionais sustenta-se graças ao avançado. No momento em que ele deixar de vestir a camisola nacional, o interesse global pela equipa vai sofrer um golpe duríssimo.
O perigo de perder patrocínios milionários
O peso de CR7 nas contas da federação é inquestionável. Durante as últimas duas décadas, a sua figura permitiu fechar acordos comerciais históricos que encheram os cofres da instituição.
Sem essa montra, a negociação dos novos contratos de patrocínio vai complicar-se bastante. As marcas procuram o impacto global que só ele garante, pelo que o valor dos direitos televisivos e a venda de camisolas vão cair inevitavelmente. A federação precisa de uma narrativa completamente nova se não quiser ver as suas receitas anuais afundarem-se.
O império de CR7 que sobrevive ao futebol
A situação do futebolista é muito diferente da sua seleção. Aos 41 anos, o jogador soube diversificar os seus interesses para que o seu património não dependa do que acontece nos relvados.
A sua marca pessoal vai continuar a expandir-se após arrumar as botas. Conta com uma comunidade de seguidores recorde nas redes sociais, contratos vitalícios com multinacionais e fortes investimentos em hotéis e clínicas médicas.
Enquanto o avançado tem o futuro garantido, a Federação Portuguesa de Futebol tem de aprender a vender o bloco coletivo. Há talento jovem na convocatória, mas precisam de uma estratégia urgente para não desaparecerem da linha da frente do negócio mundial.A despedida de Cristiano Ronaldo da seleção portuguesa vai deixar um vazio impossível de preencher, e não será propriamente no aspeto desportivo. O seu adeus definitivo representa um terramoto financeiro para o futebol do país. Enfrentar o futuro sem o seu maior íman publicitário é o grande desafio do futebol luso.
O problema atual é que poucos parecem avaliar a real magnitude do que aí vem. O vazio deixado pelo avançado vai obrigar a mudar por completo o modelo de negócio atual.
Uma queda a pique no valor de marca
Os alertas já saltaram entre os especialistas em gestão comercial. Daniel Sá, à frente do IPAM, foi muito claro sobre as consequências desta transição. O especialista garante que o colapso mediático será total quando o capitão deixar a equipa.
“Ronaldo é, como marca, incomparavelmente maior do que a própria seleção de Portugal”.
A atenção dos meios de comunicação internacionais sustenta-se graças ao avançado. No momento em que ele deixar de vestir a camisola nacional, o interesse global pela equipa vai sofrer um golpe duríssimo.
O perigo de perder patrocínios milionários
O peso de CR7 nas contas da federação é inquestionável. Durante as últimas duas décadas, a sua figura permitiu fechar acordos comerciais históricos que encheram os cofres da instituição.
Sem essa montra, a negociação dos novos contratos de patrocínio vai complicar-se bastante. As marcas procuram o impacto global que só ele garante, pelo que o valor dos direitos televisivos e a venda de camisolas vão cair inevitavelmente. A federação precisa de uma narrativa completamente nova se não quiser ver as suas receitas anuais afundarem-se.
O império de CR7 que sobrevive ao futebol
A situação do futebolista é muito diferente da sua seleção. Aos 41 anos, o jogador soube diversificar os seus interesses para que o seu património não dependa do que acontece nos relvados.
A sua marca pessoal vai continuar a expandir-se após arrumar as botas. Conta com uma comunidade de seguidores recorde nas redes sociais, contratos vitalícios com multinacionais e fortes investimentos em hotéis e clínicas médicas.
Enquanto o avançado tem o futuro garantido, a Federação Portuguesa de Futebol tem de aprender a vender o bloco coletivo. Há talento jovem na convocatória, mas precisam de uma estratégia urgente para não desaparecerem da linha da frente do negócio mundial.





