O Paraguai até que tentou e quase conseguiu, mas não evitou a derrota e a eliminação para a França na Copa do Mundo. O estilo de jogo da equipe sul-americana foi muito debatido mundo afora, apontado como “antijogo” devido às constantes paralisações por faltas.
O tempo de bola rolando, porém, não indica uma diferença tão grande em relação a outras partidas deste Mundial. O confronto entre Paraguai e França terminou com 51 minutos e 27 segundos de bola em jogo, em um total de 103 minutos disputados.
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Já a partida entre Canadá e Marrocos, que também ocorreu no sábado (4), encerrou-se com 51 minutos e 49 segundos de tempo útil — ou seja, apenas 22 segundos a mais do que o “jogo feio” protagonizado pelos paraguaios.
O fato é que ambos os números são baixos para o padrão da atual edição da Copa do Mundo, que, somando a fase de grupos e o mata-mata, apresenta uma média alta de 59 minutos e 11 segundos de bola rolando. A Fifa, entidade que rege o futebol mundial, entende que o tempo ideal é de 60 minutos.
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Novas regras contribuem para o fim da cera?
Entrando em vigor nesta Copa do Mundo, a Fifa criou novas regras concebidas pelo IFAB para combater a perda deliberada de tempo e melhorar a fluidez do jogo, prometem transformar a dinâmica das partidas numa experiência muito mais vertiginosa.
Entre elas está a punição por aqueles jogadores que ficarem caídos por mais de 10 segundos, limite de cinco segundos para a cobrança de um lateral e tiro de meta, intervenção do VAR em segundos cartões amarelos e estanceios, entre outras. Clique aqui para ler todas elas.
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